Mostrando postagens com marcador Sistema Digestório. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sistema Digestório. Mostrar todas as postagens

sábado, 16 de novembro de 2019

(1_Bio_Lic_Nb_Joao_Victor_Michelis) NERVOSISMO, ESTRESSE OU ANSIEDADE NÃO CAUSAM GASTRITE!


A gastrite é uma inflamação que ocorre no estômago causadora de dor intensa, azia e queimação. A perda do apetite, náuseas e vômitos também são alguns dos sintomas desta inflamação.
Esta doença pode prejudicar toda a mucosa estomacal, ou parte dela, que se encontra nas paredes do estômago. Pode causar inflamação intensa, sem destruir o revestimento do estômago, ou gerar uma inflamação leve, mas acompanhada de lesão na parede do órgão e perda da mucosa estomacal. Conhecida gastrite erosiva, esse tipo pode provocar a formação de úlceras e sangramentos.



Causas da gastrite: 
• Consumo de bebidas alcoólicas; 
• A doença corre quando o sistema imune produz anticorpos que agridem e destroem as células gástricas do próprio organismo; 
• Tabagismo; 
• Infecção pela bactéria Helicobacter pylori. 

Dispepsia funcional não causa gastrite através do nervosismo, estresse ou ansiedade. Porém, essas situações podem estimular a produção de ácido e tornar o indivíduo mais sensível à ação dele. 

Sintomas: 
A Gastrite pode ser caracterizada através de azia ou queimação, se houver retorno do suco gástrico por defeito no esfíncter, uma estrutura muscular que controla a comunicação entre esôfago e estômago. A azia costuma piorar quando a pessoa se deita depois de refeição mais volumosa ou rica em gorduras. Perda do apetite, náuseas e vômitos também são sintomas de gastrite, assim como a presença de sangue nas fezes e no vômito. 

Referências:
Disponível em: < https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/gastrite/> Acesso em 12 de Nov 2019 

Aplicação didática: Esta aula deve ser utilizada para os alunos que estariam aprendendo sobre sistema digestivo realçando a importância ao saber cuidar e entender como a gastrite pode ser perigosa dependendo do seu estágio, ajudando o aluno a entender sobre quais 
cuidados deve ter com os sintomas desta doença.

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

(1_BIO_LIC_Isabele_Cristina_Siqueira) COMPOSIÇÃO DO SISTEMA DIGESTIVO

Ele é composto pela boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso e ânus. Contém também as glândulas anexas salivares, fígado, pâncreas e a vesícula biliar, também destaca-se a língua e os dentes. 
Cada órgão desse sistema tem uma função específica, podemos citar por exemplo o intestino delgado que tem função de absorver nutrientes e o intestino grosso absorve água e algumas vitaminas.

Nesse jogo (disponível em: https://cienciasnaturales.didactalia.net/pt/recurso/aparelho-digestivo-normal/6579ce98-16dc-4171-9ff1-bd66a848e98c) é possível identificar os órgãos do sistema digestório.
Aplicação didática: o jogo pode ser utilizado junto com a explicação pra mostrar o local de cada órgão. Essa breve aula e este jogo pode ser utilizada com os alunos do ensino fundamental e médio.
Referências
Disponível em: <http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/>. Acesso em 13 Nov 2019.

(1_BIO_LIC_NB_Kessilin_Fiatekowski) O QUE É A BILE?

A bile é um fluido liquido de coloração amarelo esverdeado, com consistência viscosa e sabor amargo.
A bile atua no sistema digestório como uma facilitadora da digestão de gordura, além disso também atua no processo de absorção de nutrientes e na desintoxicação do fígado.
A bile, diferente do que a maioria pensa, é armazenada na vesícula biliar e não produzida por ela. A bile na realidade é produzida no fígado, através dos hepatócitos, do fígado é transportada até a vesícula biliar por ductos e lá ficam armazenada cerca de 50ml de fluido biliar
Até chegar na vesícula biliar a bile passa por um processo de excreção, que resulta nas seguintes etapas:
·         Secreção por meio dos hepatócitos: após ser produzido no fígado, o suco biliar é secretado através dos canalículos biliares
·         Passagem pelos ductos biliares: a bile é transportada dos ductos biliares terminais até os ductos hepáticos (direito e esquerdo) que ao terminar, se ligam formando o ducto hepático comum.
·         Chegada na vesícula biliar: a última parte desse processo é a passagem pelo ducto hepático ate o ducto colédoco, esse que termina na vesícula biliar, onde a bile fica armazenada
Resultado de imagem para bile
Aplicação didática: este material pode ser utilizado em sala de aula para tornar o entendimento sobre a vesícula biliar mais claro e fácil, levando o assunto de forma mais leve até o aluno.
Disponível em: <https://www.todamateria.com.br/bile/> Acesso em: 11.nov.2019
Disponível em: <https://www.todabiologia.com/anatomia/bile.htm> Acesso em: 11.nov.2019
Disponível em: <https://www.infoescola.com/sistema-digestivo/bilis/> Acesso em: 11.nov.2019

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

(1_BIO_LIC_NB_LOREN_SANTOS) CIRURGIA BARIÁTRICA

A cirurgia bariátrica é uma cirurgia de redução do estômago que reduz o peso, é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina, e é indicada para pacientes que tem obesidade grau 3, com índice de massa corporal (IMC) maior ou igual a 40 ou IMC entre 35 e 40 com pelo menos duas complicações relacionadas, e que mesmo praticando atividade física e se alimentando de forma correta, não obtém resultado.

A obesidade está aumentando a cada dia em várias partes do mundo, geralmente porque as pessoas tem se alimentando de forma desequilibrada e se tornando sedentárias, ela também pode ser genética.

Primeiro, precisamos entender melhor a anatomia do sistema digestório, principalmente o estômago.



Tipos de cirurgia bariátrica
Gastroplastia em Y de Roux (GYR): também conhecida como Bypass Gástrico, diminui para 10% a capacidade do estômago, restringindo a quantidade de comida ingerida e desviando esses alimentos para a primeira porção do intestino, chamada duodeno, até a porção intermediária do órgão, chamada jejuno. Dessa maneira, há redução do hormônio grelina, responsável pela fome e liberação de hormônios próprios do intestino que promovem saciedade.
Gastrectomia vertical (GV): remove de 70 a 85% do estômago do paciente, transformando-o em um tubo estreito. Desta maneira, há redução do hormônio grelina, associado à fome e a absorção de ferro, cálcio, zinco e vitaminas do complexo B não é afetada. Se não funcionar, pode ser transformada em Bypass Gástrico ou Derivação Bileopancreática, mas não é reversível, como a Banda Gástrica. Além disso, por envolver procedimentos mais complexos também está ligada a um risco maior de complicações. Corresponde a 15% dos procedimentos.
Derivação Bileopancreática (DBP): é uma associação da Gastrectomia Vertical, com 85% do estômago retirado, com desvio intestinal. Esse desvio faz com que o alimento venha por um caminho e os sucos digestivos (bile e suco pancreático) venham por outro e se encontrem somente a 100 cm de acabar o intestino delgado, inibindo a absorção de calorias e nutrientes. A vantagem é que a técnica possibilita maior ingestão de alimentos, reduz a intolerância alimentar e promove maior perda de peso. Por outro lado, pode ocorrer desnutrição de intensidade variável ao longo do tempo. Diarreia, flatulência e deficiência de vitaminas também são comuns. A Derivação Bileopancreática corresponde a 5% dos procedimentos.
Banda gástrica ajustável: é um dispositivo de silicone colocado no começo do estômago. Ela fica ligada a uma espécie de reservatório no qual é possível injetar água destilada para apertar mais o estômago ou esvaziar para aliviar a restrição. A vantagem do método é o fato de ele ser reversível, pouco invasivo, o que reduz a mortalidade, e permite ajustes individualizados. Por outro lado, há risco de rejeição da prótese ou infecção e a perda de peso é, muitas vezes, insuficiente para que a saúde do paciente seja considerada estável. Ela é inadequada ainda para pacientes com compulsão por doces, portadores de esofagite de refluxo e hérnia de hiato volumosa. Corresponde a 5% dos procedimentos.
Para a realização da cirurgia, é necessária uma série de exames, que varia de acordo com cada paciente, mas os mais comuns são:
. Endoscopia digestiva
. Ultrassom abdominal
. Exames de sangue
O paciente também precisa se consultar com profissionais obrigatórios como:
. Cirurgião
. Cardiologista
. Psiquiatra
. Psicólogo
. Nutricionista

APLICAÇÃO DIDÁTICA: Este material pode ser utilizado como comentário em uma aula sobre sistema digestório, principalmente em um curso de medicina, mostrando a anatomia e como funciona a digestão, para que saiba como esta cirurgia age, também pode ser fonte de pesquisa para quem busca um recurso para emagrecer.

Referência:

 


(1_BIO_LIC_NB_BRENDA_CARVALHO) O CAMINHO DO ALIMENTO



O sistema digestório é responsável por levar nutrientes para o nosso organismo. Ele é composto pela boca, esôfago, estômago, intestino delgado e grosso e também por glândulas anexas como o fígado.




 

Fonte<https://youtu.be/6EZFMMvVsEw>. Acesso em 12.Nov.2019
 
APLICAÇÃO DIDÁTICA:  O material apresentado pode ser utilizado como um material de apoio para o alunos. Ele pode ser utilizado como o ensino fundamental, médio e graduação, é uma forma divertida de trabalhar o conteúdo.